INSTITUTO WANDA HORTA
QUALIFICANDO PARA A VIDA
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Govenador e Estado Maior da Segurança Pública reafirmam compromissos com policiais
O Governador Wellington Dias reuniu-se na manhã desta quinta-feira (03) com o Estado Maior da segurança púbica representados pelo secretário Fábio Abreu e os comandantes da Polícia Militar, Coronel Carlos Augusto e do Corpo de Bombeiros, Carlos Frederico. O objetivo foi para reafirmar compromissos com os policiais militares e sobre o projeto que define benefícios para a categoria.
Wellington Dias confirmou ainda a chegada de reforço de policiais da Força Nacional, mas também fez apelo para que os policiais retornem às atividades normais. O Governador agradeceu ainda ao apoio do Ministério da Justiça e garantiu que a população não será prejudicada.
“Temos que cumprir nossas obrigações. Como governador vou cumprir a Lei. Onde tiver crime vai ser tratado como crime. Sempre vamos colocar em primeiro lugar a segurança da população e essa é obrigação do governador, dos oficiais e praças. Sob o comando do secretário de Segurança recebi 20 dias atrás uma proposta. Autorizei a análise para 2016 tratar sobre aquilo que é possível”, explicou o Governador.
O secretário de Segurança disse ainda que a reunião faz parte de um dos pontos reivindicado pelas associações militares, mostrando assim que todo o processo discutido anteriormente está em andamento. Fábio Abreu explicou que as propostas serão reunidas em um único projeto a ser apresentado ao Governador.
“Há uma grande complexidade em relação ao projeto. Na verdade, são dois projetos, um elaborado pelas associações e outro pelo Estado Maior da Polícia Militar. A ideia é transformar em uma única proposta e ser apresentada por mim até o início do próximo ano ao Governador. O diálogo sempre existiu e continuaremos trabalhando para avançar”, disse Abreu.
Também participaram do encontro o secretário de Governo, Merlong Solano e o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado João de Deus. O Governador lembrou que os acordos estão sendo cumpridos com as categorias, mesmo com as dificuldades por que passa o Estado. “Todos sabem a realidade que recebi o Estado, inclusive dos indicadores de criminalidade. Este ano conseguimos melhorar todos eles, assim como asseguramos e cumprimos tudo aquilo que acertamos em 2015. Foi no diálogo que acertamos um cronograma de promoções, ticket alimentação, reajuste de salários e melhores equipamentos. Nosso objetivo é continuar avançando e por isso agradeço a cada homem e mulher que trabalha na segurança pública, quer seja civil, militar e penitenciária”, disse Wellington Dias.
Fonte: ASCOM SSP-PI
Também participaram do encontro o secretário de Governo, Merlong Solano e o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado João de Deus. O Governador lembrou que os acordos estão sendo cumpridos com as categorias, mesmo com as dificuldades por que passa o Estado. “Todos sabem a realidade que recebi o Estado, inclusive dos indicadores de criminalidade. Este ano conseguimos melhorar todos eles, assim como asseguramos e cumprimos tudo aquilo que acertamos em 2015. Foi no diálogo que acertamos um cronograma de promoções, ticket alimentação, reajuste de salários e melhores equipamentos. Nosso objetivo é continuar avançando e por isso agradeço a cada homem e mulher que trabalha na segurança pública, quer seja civil, militar e penitenciária”, disse Wellington Dias.
Fonte: ASCOM SSP-PI
Dep. Silas Freire solicita que PM - PI e movimento Policia Legal cheguem a um acordo
Após conclusão de inquérito policial militar, foi solicitada a prisão de 15 líderes do movimento "Polícia Legal", deflagrado no último sábado. Para o comando da PM, o movimento compromete a estrutura da corporação.
O deputado federal Silas Freire se manifestou sobre os acontecimentos " Essa preocupação me levou a falar diretamente com o comandante da PM, coronel Carlos Augusto na busca de uma solução. Nesse momento de turbulência política, peço ao Governo do meu Estado, ao comando da PM e aos líderes da movimento Polícia Legal que cheguem a um entendimento." declarou o parlamentar.
O movimento reivindica o envio e aprovação na Alepi da lei de promoção e a definição de um reajuste salarial para os próximos quatro anos, além de melhores condições de trabalho e conta com o apoio de policiais da capital e interior.
"Ao mesmo tempo, que me preocupo com prisão de líderes do movimento, também me solidarizo com o pedido por melhorias de trabalho para a classe. Como representante do povo, me coloco à disposição para qualquer tipo de atitude que seja pelo entendimento entre todas as as partes envolvidas. O entendimento é a solução mais adequada para o momento" concluiu Silas Freire.O Polícia Legal já foi deflagrado em 2011. A categoria reclama que de lá até agora não houve avanço na estrutura e os policiais trabalham ilegalmente nos quarteis.
Fonte: ASCOM Dep. Silas Freire
PARNAÍBA DESEMPREGO EM ALTA
Segundo dados da ultima pesquisa realizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, entre as quinze cidades do Piauí avaliadas em geração de emprego formal. Parnaíba-PI ficou em penúltimo lugar a tesourada foi grande o saldo para o mês de outubro ficou negativo de 120 postos de trabalho a menos na cidade de Parnaíba.
E acende a luz amarela em nossa cidade, pois com o cenário político imprevisível a crise tende a se agrava e a economia paralisar. Apesar de nosso Estado o Piauí ser caracterizado como consumidor o que levaria algum tempo para chegar os efeitos da crise por aqui.
Essa previsão pode ter sido antecipada diante da gravidade que passa o País. O aumento do desemprego é um sinal que a crise já ecoar em nossa cidade. E o que mais preocupa é a falta de planejamento por parte da coisa pública para o que esta por vim.
GLÁUCIO JÚNIOR
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
URGENTE: Eduardo Cunha autoriza processo de impeachment de Dilma
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
O presidente da Câmara
dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta quarta-feira (2) que
dará continuidade ao pedido de impeachment feito pelo jurista Hélio
Bicudo.
Esse é o segundo pedido
elaborado por Bicudo. O primeiro havia sido rejeitado por Cunha por não
haver base jurídica, o jurista se reuniu com advogados e escreveu um
novo pedido que agora foi aceito.
assessoria legislativa da Câmara contem 22 páginas e será publicado hoje.
— Trata-se da
argumentação de 2014 porém a de 2014 foi por mim refutada porém a
argumentação para o ano de 2015 ele traz indição de decretos sem números
no montante de R$ 12,5 bilhões que foram editados em descumprimento à
lei orçamentária afrontando a lei 1079 no seu artigo 10º parágrafo 4º e
sexto consequentemente mesmo a votação do PLN 5, mesmo ele aprovado e
sancionado não supre a irregularidade de ter sido editada norma em
afronta a lei orçamentária.
O presidente da Câmara
disse que a decisão foi tomada unicamente com base no parecer técnico e
que a decisão se trata exclusivamente de aceitar o pedido. O debate do
mérito será feito pela comissão especial que será criada para analisar o
caso.
Cunha disse que o
processo vai seguir o percurso normal com amplo direito à defesa e que o
anúncio não causa nenhuma “felicidade”.
— Eu não o faço por
nenhuma motivação de natureza política. Eu refutei e rejeitei todos [os
pedidos de impeachment] e o rejeitaria se estivesse em descumprimento da
lei.
Cunha citou o projeto de
lei que está sendo analisado pelo Congresso Nacional que altera a meta
fiscal do governo em 2015. Ele afirmou que tem consciência do seu ato e
que todos os pareceres a que teve acesso não conseguiram descontruir a
tese do pedido de impeachment.
— Eu sei que esse é um gesto delicado no momento em que o País atravessa uma situação difícil, que a economia passa por uma crise, o governo passa por muitas crises, crises de natureza política, de natureza econômica tendo que hoje votar um projeto para alterar a meta do superávit, transformando uma diferença de R$ 119 bilhões.
— Eu sei que esse é um gesto delicado no momento em que o País atravessa uma situação difícil, que a economia passa por uma crise, o governo passa por muitas crises, crises de natureza política, de natureza econômica tendo que hoje votar um projeto para alterar a meta do superávit, transformando uma diferença de R$ 119 bilhões.
Fonte: R7
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